ExxonMobil, outro dos financiadores do partido Frelimo, felicita Nyusi

Depois da Rússia e da China outro dos principais financiadores da campanha eleitoral do partido Frelimo, a ExxonMobil, felicitou nesta quarta-feira (06) Filipe Nyusi pela vitória nas Eleições Gerais e das Assembleias Províncias.

“Alcançamos progressos significativos num curto período de tempo no projecto Rovuma LNG. Aproveito esta oportunidade para expressar o nosso apreço pela liderança de Sua Excelência que levou ao sucesso da cerimónia para a decisão de adjudicar o contracto de Energia, Aprovisionamento e Construção (APC) do Projecto Rovuma LNG para o consórcio JGC-Flour-Technic FMC, no dia 8 de Outubro”, escreveu o Presidente da ExxonMobil, Liam Mallon, numa mensagem onde ainda expressa os maiores desejos para um segundo mandato bem-sucedido.

A petrolífera norte-americana, dentre outros patrocínios dissimulados, injectou nos cofres do Executivo de Nyusi 520 milhões de dólares norte-americanos que só deveriam entrar na economia moçambicano durante o próximo ano.

Esta mensagem de felicitações antes do Conselho Constitucional proclamar o vencedor dos pleitos de 15 de Outubro junta-se a de outros financiadores do partido Frelimo como a China, cujo Presidente Xi Jinping no passado domingo (04) disse que foi com grande agrado que tomou conhecimento da reeleição do Presidente Nyusi a mais Alta Magistratura moçambicana e tem a honra de expressar-lhe, em nome do Governo, do povo chinês e em seu nome próprio as sinceras felicitações, com votos e desejo de novos sucessos no exercício da nobre função.

Mas o primeiro país a reconhecer a vitória de Filipe Nyusi e do partido Frelimo foi a Rússia cujo Presidente, Vladimir Putin, declarou a 30 de Outubro que os resultados da votação reafirmam o seu alto prestígio entre os compatriotas, testemunham o reconhecimento dos seus méritos no Supremo dos desafios sócio-económicos actuais que Moçambique enfrenta.

Já saudaram a vitória de Nyusi países como a Guiné-Bissau, Portugal, Angola, Cuba, Zimbabwe, Tanzânia, Egipto, Nicarágua, Venenzuela e o Quénia.

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